segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Como limpo minha lixadeira orbital





Esta é minha lixadeira orbital, uma boa ferramenta para lixar quase tudo em um instrumento.
Para limpá-la a primeira coisa a fazer é desligar a ferramenta da tomada !!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Tarraxas


Tarraxas

Normalmente a maioria dos músicos dá pouca importância para os cuidados com esta peça do instrumento, mas ela é muito importante para uma correta afinação, as tarraxas devem estar sempre com a capacidade de suportar a tensão das cordas e manter a afinação.
Tarraxas desgastadas podem muitas vezes ser as responsáveis por um incômodo para o músico: a desafinação constante.
Evitar os desgastes exagerados nas tarraxas é algo muito simples, uma tarraxa pode durar muitos anos mantendo sua capacidade de afinação correta, para isso devemos evitar enrolar as cordas em demasia, evitar desafinar o instrumento depois de tocar, e colocar uma gota de óleo de máquina ou um pouco de graxa nas engrenagens a cada três ou quatro meses. 

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Colocando as cordas de maneira correta no cavalete.


Existem vários tipos de cordas, e vários tipos de pequenos suportes em uma das pontas para que você tenha facilidade em colocá-las no cavalete, a mais prática é a corda de "bolinha" (a segunda da esquerda para a direita na foto abaixo), esse tipo de corda tem uma "bolinha" de aço na ponta é só passar a outra ponta  no furo do cavalete que está tudo certo, a corda está colocada. Existem algumas variações desta corda de bolinha de metal, como a bolinha de plástico oca.
Existe ainda a de "chenille" (a quarta corda da esquerda para a direita), usada há muitos anos pelos fabricantes de cordas, é um sistema que necessita que você passe a ponta livre da corda  pelo furo do cavalete e depois passe essa ponta por uma pequena argola de aço onde está a capa de "chenille". Só para explicar "chenille" é aquele material "peludo" e colorido na ponta da corda. 
Temos também a corda com  suporte plástico (a primeira da esquerda para a direita na foto abaixo) e a corda com o suporte de náilon (a terceira da esquerda para a direita na foto abaixo). Essas duas últimas cordas tem o sistema de colocação igual aos da corda de "chenille". 
Destaco que desses sistemas o pior é o da corda com suporte de náilon, ele é feito com o material interno da própria corda e é muito ruim de passara corda por dentro dele, muitas pessoas nem conseguem entender que é para passar a corda por dentro desta pequena argola de náilon.


Cordas com: suporte de plástico, de "bolinha", suporte de náilon, e de "chenille".

terça-feira, 26 de maio de 2009

Alguns esquemas de guitarra simplificados.

Alguns esquemas de guitarra simplificados.
Os captadores são Humbuckers neste esquema.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Cordas.

Cordas
Alguns luthiers aconselham a troca periódica das cordas porque elas perdem elasticidade com o passar do tempo, o que provoca uma redução na sua qualidade tonal, e, as notas, soam com falta de riqueza harmônica, dificultando a afinação do instrumento, além de deixar o som sem vida.
Uma técnica que ajuda a retirar a sujeira presa nos enrolamentos é “estalar” as cordas. Para isso, basta que você afine o instrumento pelo diapasão no tom certo, logo depois, puxe as cordas até três centímetros do braço, preferencialmente na décima segunda casa, uma de cada vez, puxando-as e deixando-as estalar contra a escala, mas faça isso com cuidado, respeite a distância mencionada (3 cm) para não quebrar a corda.


Puxando a corda.










Soltando a corda




domingo, 24 de maio de 2009

Trastejo.

Trastejo
Quando um traste está mais alto que os outros, em algum ponto da escala, as cordas podem bater contra ele quando você tocar o instrumento causando trastejamento (um som chato que faz a nota soar como se estivesse zumbindo).
Para descobrir qual traste ou trastes estão causando o trastejamento é só tocar nota por nota subindo a escala.
Quando você tocar uma nota de encontro a um traste e ela trastejar, saiba que o traste seguinte é o que está causando o trastejamento.
Se um traste está muito acima da linha dos outros, as cordas vibram ao seu encontro quando notas são tocadas em trastes anteriores.




sábado, 23 de maio de 2009

Sobre os Tensores.


Sobre os tensores
Hoje em dia muitos instrumentos saem de fábrica com tensor ajustável (também chamado de tirante), mas infelizmente muitos desses instrumentos acabam sendo produzidos com defeitos de torção e empenamento, fazendo com que os tensores fiquem inoperantes.
Os tensores ajustáveis servem apenas para corrigir pequenas distorções no arqueamento do braço, deve-se ter muito cuidado ao manuseá-lo, o tensor não pode corrigir empenamentos exagerados ou grandes distorções, ajustar o tensor de maneira errada pode estragar o braço do instrumento.
O ideal é que o tensor seja girado apenas um oitavo de volta cada vez que você for regulá-lo. Gira-se um oitavo de volta, mede-se a concavidade, se ainda não estiver regulado, gira-se a porca mais um oitavo de volta, mede-se. O certo é proceder assim até chegar na regulagem que se quer. Isso evita, muitas vezes, erros de regulagem.
















sexta-feira, 22 de maio de 2009

Regulagem de oitavas, o que é?

Regulagem de oitavas, o que é?
Muitos músicos levam seus instrumentos para que eu regule as oitavas, mas eu sou da opinião que todos os músicos deveriam saber fazer esse serviço em seus instrumentos, por vários motivos, o principal é o de não tocar o instrumento desafinado em shows ou estúdios de gravação, o que ocorre com frequência infelizmente.
Regular as oitavas significa regular o instrumento aumentando ou diminuindo o seu comprimento de escala, para que ele tenha todas as notas em perfeita afinação, por exemplo, você toca um acorde de sol simples na terceira casa e ele soa afinado, e depois, você toca o mesmo acorde de sol com pestana no décimo traste, o som tem que ser igualmente afinado.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Evitando grandes problemas.

Evitando grandes problemas
Ao perceber o aparecimento de rachaduras ou quando observar que a emenda entre braço e caixa está descolando, ou a junção entre o cavalete e o tampo, ou ainda rachaduras ou descolamento na paleta (lugar onde se prendem as tarraxas) afrouxe imediatamente as cordas do instrumento para aliviar a tensão delas sobre a emenda, insistir em tocar o instrumento nessas condições, vai acabar gerando grandes torções, empenamentos, descolamentos com perda de pedaços do tampo (no caso do cavalete), situações que podem prejudicar e muito seu instrumento, até para a realização de um conserto.
Para prevenir a descolagem do cavalete, você pode usar um cordal (afirmador) ele vai reduzir a tensão direta no cavalete, isso, na maioria dos casos, evita que ele se solte, mas atenção, se o instrumento não for bem construído, a tensão pode empurrar para baixo o tampo, causando uma depressão e gerando um defeito ainda pior que o desprendimento do cavalete.
Violão com cordal .

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Captadores magnéticos

Captadores magnéticos
Todo captador de guitarra elétrica é um “transdutor”, transdutor é o nome que damos a qualquer dispositivo eletrônico ou eletromagnético usado para converter todas as formas de energia física em energia elétrica.
Na guitarra elétrica ele converte a energia da vibração das cordas em impulsos elétricos de corrente alternada, que alimentam o amplificador, que por sua vez multiplica a intensidade desses impulsos e os passa a um ou mais alto-falantes, que os transforma em ondas sonoras.
As guitarras elétricas possuem normalmente captadores magnéticos, a maioria desses captadores tem o imã de alnico, o alnico é uma liga feita de alumínio,níquel e cobalto.
A forma do imã varia de acordo com o projeto do captador, mas basicamente os captadores magnéticos de guitarra são feitos da mesma forma: um imã de alnico enrolado por uma bobina de cobre esmaltado.
A bobina de cobre possuía originalmente 8.350 espiras, mas hoje os captadores possuem 7.600 espiras.